Exames Laboratoriais

O ultrassom morfológico é um exame de rotina feito normalmente entre 20 e 24 semanas de gravidez. Serve para avaliar o desenvolvimento do bebê com bastante detalhe, incluindo os órgãos internos.

Nessa ultrassonografia também já dá para descobrir o sexo do bebê, desde que ele colabore.

Ao mesmo tempo, a morfológica — como é comumente chamada — detecta a posição da placenta no útero.

O que vou conseguir ver no ultrassom morfológico?

O ultrassom morfológico do segundo trimestre é uma boa oportunidade de ver o seu bebê, porque ele ainda vai caber quase inteiro na tela.

Se você  pegar um ultrassonografista paciente, ele vai explicar a você o que está fazendo e quais medidas está tirando.  No começo pode ser difícil distinguir as imagens, mas com a orientação do ultrassonografista você deve conseguir perceber o rosto e alguns órgãos.

Nem sempre, porém, o bebê está de perfil para que a imagem saia tão bonitinha quanto você gostaria.

Tudo o que for osso vai aparecer em branco na tela, por isso não se assuste em ver mais o esqueleto do bebê que qualquer outra coisa.

Os tecidos aparecem num tom acinzentado, pontilhado e irregular, e tudo o que for líquido aparece em preto.

O que a morfológica examina?

A ultrassonografia morfológica analisa as seguintes características:

O formato, a estrutura e a medida da cabeça do bebê. Nessa fase, problemas graves de formação cerebral (que são raros) já são visíveis.

O rosto do bebê, para ver se não há fenda labial (lábio leporino). Se disponível, a imagem em 3D e 4D pode ajudar nesse diagnóstico. A fenda palatina, no céu da boca, é mais difícil de detectar no ultrassom.

A coluna do bebê, para ter certeza de que todos os ossos estão alinhados e de que a pele cobre a parte final, perto do bumbum.

O coração do bebê. Já dá para ver as quatro câmaras do coração. Os dois átrios (parte superior) e os dois ventrículos (parte inferior) devem ter o mesmo tamanho. As válvulas devem abrir e fechar a cada batida do coração. O ultrassonografista também examina as principais veias e artérias do coração (que aparecem em azul e vermelho, se houver uso do doppler).

O estômago do bebê, que aparece na imagem como uma bolinha escura, porque está cheio do líquido amniótico que ele engole.

Os rins do bebê. O médico observa se os dois rins estão presentes, e se a urina está indo normalmente para a bexiga. Se a bexiga do bebê estiver vazia, ela deve se encher ao longo do ultrassom, de modo a ficar visível. O bebê faz xixi lá dentro de meia em meia hora, mais ou menos.

Os braços, as pernas, as mãos e os pés do bebê.

A posição da placenta. Ela pode estar na parede anterior ou na parede posterior do útero, normalmente mais para o alto (chamado de fundo). Se a placenta estiver baixa, próxima da entrada do colo do útero, ela será descrita como placenta prévia. Nesse caso, você fará um novo ultrassom mais próximo do parto. Em grande parte dos casos a placenta muda de lugar sozinha, permitindo o parto vaginal.

O cordão umbilical e seus três vasos sanguíneos (duas artérias e uma veia), se o ultrassom for realizado com doppler. Não é motivo de preocupação se o médico verificar que o cordão está enrolado no bebê.

A quantidade de líquido amniótico, que deve ser suficiente para que o bebê se movimente com liberdade.

O fluxo sanguíneo nas artérias uterinas da mãe, o que pode indicar risco de pressão alta no fim da gestação.

A Ultrassom de partes moles serve para avaliar alterações e/ou lesões da parede abdominal, dos músculos, dos tecidos superficiais, tendões e ligamentos, verificar nódulos palpáveis em qualquer região do corpo ou lesões de origem traumática, bem como a caracterização de fraturas ocultas e corpos estranhos, devendo ser especificado pelo médico e paciente o local a ser realizado o exame.

O exame é indolor, não invasivo e não utiliza raios X. Se tiver resultados de exames de imagem anteriores, como radiografias, mamografias, arteriografias, ultrassonografias, tomografias ou ressonâncias magnéticas, pode ser útil informar ao laboratório e leva-los no dia do exame.

Não tem contra indicações e nem possíveis reações.

A Ultrassonografia, por ser um método acessível, não-invasivo, que não utiliza radiação ionizante, tem se tornado um importante meio de diagnóstico por imagem na avaliação das alterações das estruturas articulares e da musculatura associada à articulação.

Pode ser aplicada tanto na propedêutica de grandes articulações como joelhos e quadris quanto no estudo de pequenas articulações como as que compõem os dedos dos pés e das mãos.

O procedimento ultra-sonográfico é especialmente útil no diagnóstico inicial das lesões degenerativas, no estudo da cartilagem articular – que pode ser examinada em diversas articulações, como quadris, joelhos, tornozelos, ombros, cotovelos, punhos -, na detecção precisa de líquido nos espaços articulares, na investigação e seguimento de doenças articulares inflamatórias, sendo de grande uso ainda na análise e diagnóstico dos cistos sinoviais, os quais podem ser observados em qualquer articulação.

A Ultrassonografia de Abdome Total é um procedimento não invasivo, utilizado para avaliação, seguimento, diagnóstico e caracterização das alterações do fígado, da vesícula biliar, dos rins, do pâncreas, da bexiga, dos grandes vasos, do retroperitônio e, eventualmente, do trato gastrointestinal, auxiliando, complementando e interagindo com outras especialidades médicas.

É um método que não utiliza nenhum tipo de radiação e não apresenta efeitos colaterais. Além do jejum – necessário porque evita que a vesícula biliar se esvazie e permite avaliar de forma adequada órgãos mais profundos – a repleção da bexiga também é essencial, pois desloca as alças intestinais e atua como uma janela para a transmissão das ondas ultra-sônicas, facilitando a visualização e avaliação dos órgãos e estruturas da região abdominal.

A Ultrassonografia da Bolsa Escrotal é um procedimento não invasivo, utilizado para avaliação, seguimento, diagnóstico e caracterização das alterações da bolsa escrotal e dos testículos. A Ultrassonografia tem se mostrado um método de alta sensibilidade para o diagnóstico das patologias que incidem sobre essa região, auxiliando, complementando e interagindo com outras especialidades médicas. É um método que não utiliza nenhum tipo de radiação e não apresenta efeitos colaterais.

A Ultrassonografia de Mamas é um importante método auxiliar no diagnóstico das lesões e/ou alterações mamárias.

Ela é o principal exame complementar à mamografia.

O exame ultra-sonográfico informa sobre o estado da pele e dos tecidos subcutâneo, fibroglandular e muscular posterior.

Seus melhores resultados são obtidos em mamas muito densas (mulheres jovens), que por suas características podem “esconder” uma lesão.

Este método é indicado ainda na diferenciação de lesões sólidas e líquidas (cistos), em processos inflamatórios e na monitoração de biópsias e punções aspirativas.

Caso tenha exames anteriores de mamografia, Ultrassonografia e ressonância magnética das mamas, pedimos a gentileza de trazê-los. Se você já realizou biópsia de mama, traga também o resultado do estudo anatomopatológico e o exame que orientou o procedimento. A comparação com exames anteriores proporciona diagnósticos mais precoces e evita, muitas vezes, a realização de incidências adicionais.

Este exame é realizado por Ultrassonografia – com o recurso adicional de imagens tridimensionais (3D e 4D) – em qualquer fase da gestação.

A Ultrassonografia não emite radiação ionizante, sendo totalmente segura em gestantes.

O exame obstétrico permite investigar e acompanhar as diferentes etapas da vida intra-uterina, monitorar o desenvolvimento do bebê desde as primeiras semanas até o nascimento, e identificar situações de risco, tendo em vista o bem estar materno e fetal, auxiliando a tomada de decisões sobre os procedimentos a serem utilizados no parto.

A Ultrassonografia obstétrica não emite radiação ionizante, sendo totalmente segura em gestantes.

Segundo trimestre (da 13ª até a 24ª semana): Conhecido como ultra-som morfológico de segundo trimestre, preconiza-se que este exame seja realizado entre a 18ª e 24ª semana de gestação.

Nessa fase pode-se avaliar a morfologia e o aspecto da anatomia fetal, que é medido e documentado, assim como o comprimento do colo uterino.

Terceiro trimestre (da 25ª até o final): Nesse período reavalia-se a anatomia, obtendo-se uma visão mais fidedigna de alguns órgãos, em especial, rins e coração fetal.

A ultrassonografia é um exame isento de radiação que utiliza ondas sonoras, quando direcionado para rins e vias urinárias tem como intuito o estudo das seguintes estruturas urinárias:

Rim
Ureter
Bexiga

Por qual motivo o médico solicita este exame?

Procurar alterações na parede da bexiga
Procurar alterações no tamanho ou na estrutura renal
Procurar pedras, massas, cistos ou outra obstrução no rim
Procurar pedras no trato urinário (ureter, bexiga)
Estudar os rins antes de uma biópsia renal (remoção de tecido dos rins para exame)

Como é realizado o exame?

O exame pode ser realizado no prório consultório médico, não havendo a necessidade de estar em ambiente hospitalar.

O paciente é deitado em uma mesa de exame sendo aplicado um gel na região abdominal para que possa facilitar a condução do ultrassom. O transdutor do ultrassom é passado através da parede abdominal pelos órgãos desejados, é através do transdutor que as ondas sonoras são emitidas e após encontrarem o órgão são recaptadas (através de ecos) para a geração da imagem no monitor.

Preparo para o exame:

Para uma boa visualização das estruturas é necessário que a bexiga esteja cheia, para isto é indicado no adulto a ingestão de quatro copos de água 1 hora antes do exame.

Qual a duração do exame?

Aproximadamente 30 minutos

Outras informaões:

Não há necessidade de nenhum tipo de anestesia ou sedação
Não existe nenhuma restrição após o exame
Não existe complicação durante ou após a realização do exame
Não é preciso fazer jejum

Este exame é realizado por Ultrassonografia – com o recurso adicional de imagens tridimensionais (3D e 4D) – em qualquer fase da gestação.

A Ultrassonografia não emite radiação ionizante, sendo totalmente segura em gestantes.

O exame obstétrico permite investigar e acompanhar as diferentes etapas da vida intra-uterina, monitorar o desenvolvimento do bebê desde as primeiras semanas até o nascimento, e identificar situações de risco, tendo em vista o bem estar materno e fetal, auxiliando a tomada de decisões sobre os procedimentos a serem utilizados no parto.

A Ultrassonografia obstétrica não emite radiação ionizante, sendo totalmente segura em gestantes.

Segundo trimestre (da 13ª até a 24ª semana): Conhecido como ultra-som morfológico de segundo trimestre, preconiza-se que este exame seja realizado entre a 18ª e 24ª semana de gestação.

Nessa fase pode-se avaliar a morfologia e o aspecto da anatomia fetal, que é medido e documentado, assim como o comprimento do colo uterino.

Terceiro trimestre (da 25ª até o final): Nesse período reavalia-se a anatomia, obtendo-se uma visão mais fidedigna de alguns órgãos, em especial, rins e coração fetal.

A ecocardiografia é uma técnica não invasiva baseada na utilização de ultra-sons para o estudo da anatomia do coração.

Antes de iniciar o exame, o Cardiopneumologista deverá explicá-lo ao doente. Este deverá estar deitado em decúbito dorsal esquerdo e monitorizado com ECG de referência.

Para a visualização de imagens existe o modo-M que dá uma visão unidimensional do coração, sendo esta a sua limitação. Contudo, o seu uso tem sido de grande utilidade nas medições das cavidades e estruturas parietais, como a espessura do septo e parede posterior, bem como variações temporais dessas estruturas, folhetos valvulares e pericárdio.

Através da ecocardiografia bidimensional consegue-se adivinhar, em tempo real, a forma das estruturas cardíacas.

Pode-se obter informação adicional através do eco Doppler, que se baseia no efeito Doppler, dando informações e permitindo o registo da maneira como o sangue se move dentro do sistema cardiovascular, assim permite o estudo da velocidade, direcção e organização dos fluxos. Existem dois tipos de Doppler, o contínuo e o pulsado, sendo que o primeiro permite estudar qualquer ponto do coração e é óptimo para medir velocidades sem se obter alliasing, e o último permite fazer um estudo em profundidade não medindo altas velocidades, ocorrendo neste caso alliasing. A investigação do fluxo sanguíneo é feita a partir de uma imagem bidimensional, para que o volume da amostragem possa ser posicionado o melhor possível, paralelamente à corrente sanguínea.

Após a realização do exame, é elaborado um relatório técnico.

Os resultados dos exames, no que respeita à qualidade da imagem, dependem da perícia dos técnicos, nomeadamente, da capacidade para melhorar as condições de visualização das imagens, colocando em evidência os sinais duvidosos, e seleccionar as imagens mais importantes para o diagnóstico. É portanto, uma técnica que exige experiência, habilidade e compreensão das necessidades de um ecocardiograma adequado.

A MAPA (assim mesmo, no feminino) é a sigla de Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial. Trata-se de um exame útil tanto no diagnóstico e no acompanhamento da Hipertensão Arterial.
A pressão arterial varia constantemente por isto não podemos na maioria dos casos estabelecer o estágio de Hipertensão Arterial somente com as leituras da pressão arterial realizadas no consultório.
Aproximadamente 30 % das pessoas tem sua pressão elevada durante sua medidas realizadas no consultório médico, fato que pode gerar erros de diagnóstico e no tratamento.

Principais indicações:
Hipertensão elevada somente no consultório hipertensão do jaleco branco
Hipertensão muito alta sem melhora com uso de medicamentos
Pressão arterial em níveis limítrofes
Hipertensão elevada somente no consultório hipertensão do jaleco branco

Como é realizado o exame?
É colocado no seu braço não dominante a uma braçadeira para medir pressão, igual aos de aparelhos comuns, ligadas à um compressor que fica preso em sua cintura. Habitualmente pode ser completamente escondido pela roupa.

O que informa esse exame:
Realiza em torno de 80 leituras de pressão no período de 24 horas. Permite avaliar a pressão em diferentes situações durante o dia e na noite.

O que você precisa informar:
– Os medicamentos e sua dosagem que você faz uso.
– Também receberá um diário no qual você deverá preencher relatando as principais atividades e eventuais sintomas.

Posso trabalhar normalmente durante o período de exame?
Sim. Você não poderá molhar o aparelho e durante as medidas anunciadas durante o dia com um BIP, você deverá suspender sua atividade e deixar o braço apoiado sobre uma superfície para que fique na mesma altura do seu coração. Terminada a insuflação e desinflução do aparelho você poderá voltar às suas atividades.

Existem riscos para realizar o exame?
Não, ocasionalmente o paciente poderá sentir desconforto ou mesmo dor no braço. No caso de persistência, deverá contactar com os telefones abaixo.

O Holter é um monitor portátil que registra a atividade elétrica do coração e suas variações durante as 24 horas do dia ou mais e pode, assim, detectar
alterações que em geral não aparecem em um exame de tempo mais limitado, como em um eletrocardiograma simples, por exemplo. Na verdade, o Holter é um eletrocardiograma gravado para ser lido posteriormente. O monitor recebeu este nome em homenagem a Norman J. Holter, que o inventou, em 1949. Hoje em dia, o aparelho mais moderno é um mini gravador digital do tamanho de um cartão de crédito e da altura de uma caixa de fósforos e pesa apenas noventa gramas, o qual registra os dados em um cartão semelhante ao de uma câmera fotográfica. Os aparelhos mais evoluídos permitem a transmissão dos dados via internet, possibilitando uma avaliação deles à distância e em tempo real.

Os registros eletrocardiográficos contínuos fornecidos pelo Holter permitem informações sobre ocorrências eventuais e momentâneas do coração e são utilizadas pelos médicos e técnicos para selecionar as áreas de interesse para análise do traçado eletrocardiográfico. O Holter é muito utilizado para diagnosticar alterações nos batimentos cardíacos, nas síncopes ou outras alterações paroxísticas, que muitas vezes não ocorrem durante uma consulta médica. Assim, ele está indicado para pacientes com arritmias cardíacas, palpitações ou perda de consciência. Utiliza-se também o Holter para monitorar o coração depois de um infarto do miocárdio ou de uma cirurgia cardíaca. Os portadores de marca-passo e de desfibriladores têm esses aparelhos ajustados e programados a partir de informações do Holter. O procedimento não comporta riscos e não tem qualquer contraindicação. Alguns pacientes podem ser sensíveis aos adesivos dos eletrodos, mas as reações, nas raras ocasiões em que acontecem, são muito brandas. A pele onde estavam colocados os eletrodos não deve ser exposta ao sol durante três a cinco dias.

O exame mostra ainda como o coração está após uma cirurgia, uma Angioplastia, ou um Infarto, indicando se a pessoa pode voltar à sua vida normal. Também são
beneficiados os portadores de marca-passo e de desfibriladores, aparelhos ajustados e programados com base nas informações do Holter.

O teste ergométrico (também chamado teste de esforço) é um teste que mede a frequência, o ritmo cardíaco, a pressão arterial e outros parâmetros cardiológicos durante um esforço físico gradualmente crescente feito por caminhar ou correr numa esteira rolante ou numa bicicleta ergométrica.

Ao mesmo tempo, observam-se os sinais e sintomas que surgem durante e após o esforço. O teste deve ser acompanhado de um eletrocardiograma contínuo, gravado em computador, que registra o funcionamento do coração nas diversas etapas do exame. Assim, o teste serve para avaliação da capacidade cardiovascular quando o indivíduo é submetido a esforços e para ajudar no diagnóstico de algumas anomalias cardíacas.

 

O preparo para o exame consiste em algumas medidas simples:

Após o banho no dia do exame, não utilizar creme, pomada ou gel que possa prejudicar a sensibilidade dos eletrodos que serão colocados para colher o eletrocardiograma.

Não fumar duas horas antes e uma hora após o exame.

Observar uma dieta leve uma hora antes do exame.

O profissional deve aconselhar a manutenção ou suspensão da medicação que o paciente esteja usando.

Se o paciente tiver muitos pelos no tórax deve depilar-se para a melhor efetividade dos eletrodos.

Após o teste, o paciente deve evitar expor o tórax desprotegido ao sol nas 72 horas que se seguem ao exame, pois pode surgir irritação da pele, devido ao uso de gel no local da colocação dos eletrodos.

Dez eletrodos são colocados no tórax do paciente para que seja registrado o eletrocardiograma durante o exame. A seguir, o paciente é colocado numa esteira rolante ou numa bicicleta ergométrica, iniciando o exercício de andar, correr ou pedalar, seguindo o protocolo de exame escolhido pelo profissional.

Os movimentos devem começar lentamente e serem aumentados aos poucos até atingir seu máximo programado, sendo desacelerados aos poucos. Os parâmetros cardiológicos clínicos devem ser tomados a intervalos regulares.

O exame deverá ser interrompido caso o paciente apresente grande cansaço, alterações do ritmo cardíaco ou sintomas de anormalidades cardiovasculares. Um eletrocardiograma e a medida da pressão arterial devem ser tomados antes do exame, bem como na fase de recuperação, cinco a seis minutos depois de encerrados os exercícios.

Eletrocardiograma, ou ECG, é um exame que avalia a atividade elétrica do coração a partir de eletrodos fixados na pele. Essa atividade é caracterizada pela variação na quantidade de íons de sódio dentro e fora das células musculares cardíacas.

O resultado deste exame é registrado em gráficos que comparam a atividade cardíaca do paciente com o padrão, indicando se a atividade cardíaca está dentro da normalidade ou se há alterações nos músculos e nervos do coração.

Esse exame é capaz de detectar o ritmo do coração e o número de batimentos por minuto, por isso é usado para identificar arritmias, aumento de cavidades cardíacas, patologias coronarianas, infarto do miocárdio, distúrbios na condução elétrica do órgão, problemas nas válvulas do coração, pericardite, hipertrofia das câmaras cardíacas e doenças que isolam o coração.

Também pode ser indicado para verificar a saúde do coração quando o paciente apresenta outras condições, como:

  • Pressão alta;
  • Colesterol alto;
  • Tabagismo;
  • Diabetes;
  • Histórico familiar de doença cardíaca precoce.

Exame que registra a imagem de ossos, órgãos ou formações internas do corpo utilizando raios X.

Qual é a importância do Raio X

De baixo custo e disponível na grande maioria dos serviços de saúde do país, o Raio X serve para avaliar as condições de órgãos e estruturas internas como o pulmão e a coluna, para pesquisar fraturas e para acompanhar a evolução de tumores e doenças ósseas, entre outros.

Como é feito

O paciente e a máquina que irá fazer o exame são posicionados de acordo com o local do corpo a ser examinado. O técnico que realiza o procedimento dá orientações ao paciente sobre o que fazer antes, durante e depois do registro da imagem.Por vezes é necessário respirar fundo, prender a respiração ou manter uma determinada posição por alguns segundos, para o melhor registro da imagem. Os raios emitidos pela máquina não machucam. Ele passam através do corpo e “marcam” uma placa sensível, gerando a imagem do local desejado.

Os exames laboratoriais, chamados de análises clínicas, iniciam-se com a coletado material a e termina com a emissão de um laudo diagnóstico. Na hora da coleta, o paciente deve ser orientado de acordo com a especificidade de cada tipo de exame, sobre o procedimento correto de coleta, manipulação e conservaçãodo material, que posteriormente será analisado.

Os exames de análises clínicas são:

– Exames de sangue;
– Exames de urina;
– Exame de fezes.

O exame de sangue feito em laboratório  é o mais indicado para confirmar a gravidez. Para realizá-lo, não é necessário ter uma prescrição médica nem estar de jejum, mas alguns laboratórios pedem que as mulheres façam um jejum de 4 horas antes de fazer a coleta do sangue.

O resultado do exame sai na horas após a coleta e para ser totalmente confiável, ele deve ser feito pelo menos 1 semana após a relação íntima sem preservativo, mesmo que a menstruação ainda não esteja atrasada.

O exame oftalmológico é um teste que serve para avaliar os olhos, pálpebras e canais lacrimais de forma a investigar doenças oculares, como o glaucoma ou catarata, por exemplo.

Geralmente, no exame oftalmológico é feito o teste de acuidade visual, porém, outros exames mais específicos podem ser feitos, como avaliação dos movimentos oculares ou da pressão ocular e, normalmente inclui o uso de máquinas ou instrumentos específicos, não causando dor e não exigindo qualquer preparo antes da execução do exame.

MAPEAMENTO DE RETINA

O mapeamento da retina é um exame complementar (não faz parte da consulta normal) em que todo o fundo do olho e suas estruturas são avaliados. Difere da fundoscopia simples porque, nesse exame, só as estruturas centrais do fundo do olho são visualizadas.

O mapeamento da retina é feito com a utilização de um aparelho chamado oftalmoscópio indireto e com o auxílio de uma lente que o médico segura entre o olho e o aparelho, neutralizando o poder de refração da córnea e, assim, permitindo a visualização das estruturas internas. Devido à forte luz utilizada, mesmo em olhos com opacidades de meios, como os com catarata ou doenças da córnea, o exame é possível.

CURVA TENSIONAL

O exame de curva tensional diária é realizado para o estudo do comportamento da pressão ocular durante o dia. É indicado no diagnóstico do glaucoma e no acompanhamento de seu tratamento, e pode ser associado à gonioscopia, para estudo da anatomia interna do segmento anterior do olho.

Nesse tipo de exame, não é necessário acompanhante nem jejum. Não há dilatação da pupila e, por isso, podemos dirigir em seguida. A duração do exame é longa (das 07:30h às 17:00h aproximadamente), pois a pressão intraocular é medida a cada 2 horas.

TONOMETRIA

Tonometria é a medição da pressão interna do globo ocular. As variações da pressão intraocular são devidas ao humor aquoso, um líquido que fica contido entre a íris e a córnea, constituído por 98% de água e 2% de sais, o qual é continuamente produzido e eliminado pelo organismo. É a quantidade desse líquido que dá a pressão intraocular. Se houver um desequilíbrio no mecanismo de produção/eliminação dele a pressão intraocular varia, geralmente aumentando.

Quem deve medir a pressão intraocular?

A tonometria deve ser feita de rotina em toda consulta oftalmológica, especialmente em:

  • Pacientes idosos.
  • Pessoas com tendência hereditária à pressão intraocular elevada.

E a qualquer momento em:

  • Pacientes com suspeita de glaucoma e outras enfermidades como tumores de íris, por exemplo, nas quais a pressão intraocular costuma ser elevada.
  • Períodos pré e pós-operatórios de cirurgias oculares como catarataglaucoma, transplante de córnea, descolamento de retina, vitrectomia (cirurgia do humor vítreo), etc.
  • Distúrbios da pressão ocular pós-traumática.

Outra indicação obrigatória é o caso de sangramentos intraoculares.